A volta do narcisista: nova rodada de manipulações, pedidos absurdos e a virada da resiliente para escapar do golpe.

Narcisista parte II

Meu Didi, meu neguinho… segura que lá vem a Parte II do narcisista em ação, porque esse cidadão não cansa de passar vergonha. Depois do show de horrores da primeira temporada, ele resolveu lançar um novo personagem: o “bom moço arrependido”. Só faltou a trilha sonora de novela das seis.

Juliette, tadinha, já tava percebendo que tinha entrado numa furada nível “manual do golpe básico”, quando o Tom Cruise estrábico das galáxias decidiu mudar o enredo. Pediu desculpas, prometeu virar outro homem, disse até que queria “uma parceira pra somar”. Somar o quê? Porque, pelo jeito, pra ele parceria é só de mão única — e a mão é sempre a da vítima.

Acredita que o artista começou logo planejando outro golpe? Foi chegando devagar, sorrateiro, naquele estilo “oi, sumida, voltei com novas intenções ruins”. Até que um dia ele solta a pérola:
“Juliette, financia um carro pra mim no teu nome?”
Juliette quase caiu dura. E com razão! O homem não paga nem promessa pra São Longuinho, imagine prestação de carro. Seria cômico, se não fosse trágico.

Como ela disse não, ele veio com a versão 2.0 do pedido:
“Juliette, faz um consignado pra mim, amor… tô endividado até o cabelo do c…”.
Claro que ela ficou com dó — quem não ficaria? — mas não caiu no golpe. Já conhecia o roteiro.

Aí, num nível hard de cara de pau, ele sugeriu que ela pedisse dinheiro emprestado. A lista foi quase um bingo familiar: irmã, mãe, tio, amigos… se deixasse, ele pedia até pro papagaio. Não satisfeito, ainda se fazia de ofendido quando ela não resolvia os BO dele.

Didi, um sujeito desses não só irrita: desestabiliza mesmo. Faz a pessoa duvidar da própria sanidade, cria culpa, causa medo, bagunça a cabeça e ainda tenta botar a vítima no vermelho. Golpista emocional + golpista financeiro = pacote completo.

O recado de Juliette tá mais que claro: limite é sagrado.
E palavra bonita não paga boleto nem protege ninguém. Atitude é que conta.

Por sorte, Juliette acordou antes da recaída. E de tão escolada que ficou, já tá até pensando em montar uma roda de conversa com outras mulheres que passaram por isso. Pro povo compartilhar os perrengues, aprender a se defender e, claro, dar umas risadas — porque se a gente não rir, a gente chora.

No fim das contas, como tu sempre dizia, Didi:
a gente só cai duas vezes se quiser. E Juliette não quis, não!

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